{"id":1843,"date":"2026-06-23T13:12:48","date_gmt":"2026-06-23T16:12:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/?p=1843"},"modified":"2026-06-24T10:09:14","modified_gmt":"2026-06-24T13:09:14","slug":"algodao-em-pluma-e-infraestrutura-de-acesso-o-que-o-maior-caminhao-do-agronegocio-exige-da-ponte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/algodao-em-pluma-e-infraestrutura-de-acesso-o-que-o-maior-caminhao-do-agronegocio-exige-da-ponte\/","title":{"rendered":"Algod\u00e3o em pluma e infraestrutura de acesso: o que o maior caminh\u00e3o do agroneg\u00f3cio exige da ponte"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O caminh\u00e3o chegou. A ponte n\u00e3o deixou passar.<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Imagine a cena: \u00e9 janeiro, pleno per\u00edodo de colheita do algod\u00e3o no oeste da Bahia ou no sul do Mato Grosso. O algodoeiro passou meses investindo em sementes, defensivos, m\u00e3o de obra e maquin\u00e1rio de ponta. Os fard\u00f5es est\u00e3o prontos, o contrato com a trading est\u00e1 assinado, o caminh\u00e3o foi contratado. O rodotrem entra pela porteira da fazenda, percorre alguns quil\u00f4metros de estrada vicinal e para. Na frente dele, uma ponte de madeira velha ou uma estrutura sem placa de capacidade de carga. O motorista desce, avalia, e toma a \u00fanica decis\u00e3o respons\u00e1vel que pode tomar: n\u00e3o passa.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 hipot\u00e9tico. Ele se repete em propriedades rurais de todo o Brasil, especialmente nas regi\u00f5es produtoras de algod\u00e3o em pluma, onde a escala da opera\u00e7\u00e3o exige caminh\u00f5es de grande porte e a infraestrutura de acesso muitas vezes foi constru\u00edda em outra \u00e9poca, para outro prop\u00f3sito. O algod\u00e3o em pluma e infraestrutura de acesso formam uma equa\u00e7\u00e3o que muitos produtores s\u00f3 percebem quando j\u00e1 \u00e9 tarde \u2014 quando o caminh\u00e3o est\u00e1 parado e o prazo est\u00e1 correndo.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 simples e vai al\u00e9m do transtorno imediato. Ela toca na competitividade real da propriedade, na seguran\u00e7a jur\u00eddica do transporte e na viabilidade econ\u00f4mica de toda uma safra. E come\u00e7a, invariavelmente, com uma pergunta que poucos fazem antes da colheita: a minha ponte aguenta o maior caminh\u00e3o do agroneg\u00f3cio?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que o algod\u00e3o em pluma exige do transporte<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O algod\u00e3o em pluma \u00e9 uma das culturas com maior exig\u00eancia log\u00edstica do agroneg\u00f3cio brasileiro. N\u00e3o por ser pesado em densidade \u2014 ao contr\u00e1rio, o fard\u00e3o de algod\u00e3o prensado \u00e9 relativamente leve para seu volume. O problema est\u00e1 justamente a\u00ed: para tornar o transporte economicamente vi\u00e1vel, \u00e9 preciso carregar muito volume por viagem, o que leva \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de conjuntos veiculares de grande porte.<\/p>\n\n\n\n<p>Os caminh\u00f5es mais utilizados no transporte de algod\u00e3o s\u00e3o o rodotrem e o bitrem, conjuntos articulados com dois ou tr\u00eas semirreboques. S\u00e3o ve\u00edculos que, dependendo da configura\u00e7\u00e3o e da autoriza\u00e7\u00e3o especial de tr\u00e2nsito, podem atingir comprimentos superiores a 25 metros e pesos brutos totais que colocam exig\u00eancias severas sobre qualquer estrutura que precisem cruzar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 exagero dizer que o rodotrem carregado de algod\u00e3o est\u00e1 entre os conjuntos veiculares mais exigentes que circulam por estradas rurais no Brasil. E \u00e9 exatamente esse ve\u00edculo que precisa sair da fazenda, cruzar a estrada vicinal e chegar at\u00e9 o corredor de escoamento \u2014 seja uma rodovia estadual, um terminal ferrovi\u00e1rio ou um porto seco.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre a porteira e o asfalto, existe quase sempre uma ponte. \u00c0s vezes mais de uma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A ponte como elo mais fr\u00e1gil da cadeia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Existe uma l\u00f3gica cruel na log\u00edstica rural: o investimento do produtor tende a crescer nos dois extremos da cadeia \u2014 na produ\u00e7\u00e3o e no destino final \u2014 e a se descuidar justamente no meio. O produtor investe em colheitadeira de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, em armaz\u00e9m refrigerado, em sistema de rastreamento de safra. E deixa para depois a ponte que conecta tudo isso ao mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado \u00e9 previs\u00edvel. Quando o gargalo aparece, ele aparece no pior momento poss\u00edvel: durante a safra, com caminh\u00e3o contratado, produto pronto e prazo de entrega comprometido.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma ponte subdimensionada ou sem laudo t\u00e9cnico de capacidade de carga n\u00e3o afeta apenas o produtor que a possui. Ela afeta todos os que dependem daquela estrada vicinal. Em muitas regi\u00f5es produtoras, uma \u00fanica travessia serve a m\u00faltiplas propriedades. Quando ela falha \u2014 ou simplesmente n\u00e3o comporta o ve\u00edculo necess\u00e1rio \u2014 o impacto se multiplica.<\/p>\n\n\n\n<p>E h\u00e1 um agravante que poucos consideram: a responsabilidade legal. Um transportador que cruza uma ponte sem capacidade de carga certificada, e que sofre um acidente ou causa danos estruturais, pode responder civil e criminalmente pelo ocorrido. O produtor que autoriza o tr\u00e1fego tamb\u00e9m. A aus\u00eancia de uma placa de capacidade de carga com ART n\u00e3o \u00e9 apenas uma lacuna t\u00e9cnica \u2014 \u00e9 um passivo jur\u00eddico esperando para se materializar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que torna uma ponte adequada para rodotrens e bitrens<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Quando se fala em dimensionar uma ponte para o transporte de algod\u00e3o em pluma, n\u00e3o basta pensar em &#8220;uma ponte resistente&#8221;. \u00c9 preciso pensar em uma ponte projetada para a carga real de opera\u00e7\u00e3o \u2014 e isso tem implica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas concretas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Capacidade de carga certificada<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O primeiro requisito \u00e9 a capacidade de carga expressa em toneladas, definida em projeto e certificada por laudo t\u00e9cnico com ART (Anota\u00e7\u00e3o de Responsabilidade T\u00e9cnica). Uma ponte projetada para ve\u00edculos leves n\u00e3o se torna segura para rodotrens simplesmente porque &#8220;parece resistente&#8221;. A diferen\u00e7a entre uma estrutura calculada e uma estrutura improvisada n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel a olho nu \u2014 ela aparece quando a carga ultrapassa o limite e a estrutura come\u00e7a a ceder.<\/p>\n\n\n\n<p>Em diversos projetos executados pela Ecopontes em todo o Brasil, a capacidade de carga certificada \u00e9 um dos primeiros pontos discutidos com o cliente. N\u00e3o por burocracia, mas porque \u00e9 o dado que define se a ponte vai resolver o problema ou apenas adiar o colapso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Largura de tabuleiro compat\u00edvel com o conjunto veicular<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Rodotrens e bitrens t\u00eam largura total que pode chegar a 2,6 metros na carroceria, com espelhos retrovisores ultrapassando essa medida. Uma ponte com tabuleiro estreito \u2014 constru\u00edda para tr\u00e1fego de ve\u00edculos leves ou maquin\u00e1rio agr\u00edcola convencional \u2014 pode ser tecnicamente resistente e ainda assim inutiliz\u00e1vel para o transporte de algod\u00e3o em pluma. A largura do tabuleiro precisa ser compat\u00edvel com a manobra real do ve\u00edculo, incluindo folgas de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>V\u00e3o livre e geometria de acesso<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O comprimento do v\u00e3o livre da ponte precisa ser calculado em fun\u00e7\u00e3o do curso d&#8217;\u00e1gua ou da depress\u00e3o que ela cruza, mas tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o do \u00e2ngulo de entrada e sa\u00edda do ve\u00edculo. Um rodotrem articulado n\u00e3o tem a mesma facilidade de manobra que um caminh\u00e3o simples. A geometria de acesso \u2014 incluindo as rampas de aproxima\u00e7\u00e3o e o alinhamento da pista \u2014 \u00e9 parte integrante do projeto de uma ponte que realmente funciona para esse tipo de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por que pontes met\u00e1licas e mistas s\u00e3o a resposta certa para esse contexto<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Diante das exig\u00eancias que o transporte de algod\u00e3o em pluma imp\u00f5e \u00e0 infraestrutura de acesso, as pontes met\u00e1licas e as pontes mistas a\u00e7o-concreto se destacam por raz\u00f5es que v\u00e3o al\u00e9m da resist\u00eancia estrutural. Elas se destacam pela adequa\u00e7\u00e3o ao contexto operacional do produtor rural.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pr\u00e9-fabrica\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o r\u00e1pida<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma ponte met\u00e1lica \u00e9 fabricada em ambiente controlado e transportada at\u00e9 o local de instala\u00e7\u00e3o praticamente pronta. Isso significa que o tempo de obra no campo \u00e9 drasticamente reduzido em compara\u00e7\u00e3o com estruturas que dependem de moldagem in loco e cura de concreto. Em uma regi\u00e3o de safra concentrada, onde cada dia de interdi\u00e7\u00e3o da estrada representa custo direto e risco de perda de prazo, essa diferen\u00e7a \u00e9 decisiva.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia em centenas de projetos demonstra que a velocidade de instala\u00e7\u00e3o \u00e9, frequentemente, o fator que define a escolha do cliente \u2014 especialmente quando a demanda surge durante ou imediatamente antes da safra.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Capacidade de carga dimensionada para a demanda real<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma ponte met\u00e1lica projetada pela Ecopontes n\u00e3o tem capacidade de carga gen\u00e9rica. Ela \u00e9 calculada para a carga espec\u00edfica que vai operar naquela travessia. Se o cliente transporta algod\u00e3o em pluma com rodotrem, a ponte \u00e9 dimensionada para esse ve\u00edculo \u2014 com coeficientes de seguran\u00e7a adequados e mem\u00f3ria de c\u00e1lculo documentada. Isso elimina a ambiguidade que existe em estruturas antigas ou improvisadas e d\u00e1 ao produtor e ao transportador a seguran\u00e7a t\u00e9cnica e jur\u00eddica de que precisam.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Durabilidade e manuten\u00e7\u00e3o previs\u00edvel<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma ponte met\u00e1lica bem especificada, com tratamento anticorrosivo adequado ao ambiente de instala\u00e7\u00e3o, tem vida \u00fatil longa e manuten\u00e7\u00e3o previs\u00edvel. N\u00e3o h\u00e1 surpresas estruturais inesperadas quando a estrutura foi projetada corretamente desde o in\u00edcio. Isso transforma a ponte de um gasto pontual em um ativo produtivo com custo total de propriedade calcul\u00e1vel ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A ponte mista como solu\u00e7\u00e3o para v\u00e3os maiores e opera\u00e7\u00f5es de maior escala<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para propriedades com v\u00e3os mais longos ou com demanda de tr\u00e1fego ainda mais intensa \u2014 como fazendas que concentram a produ\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos arrendat\u00e1rios ou que servem como rota de escoamento de toda uma regi\u00e3o \u2014 a ponte mista a\u00e7o-concreto oferece o melhor dos dois mundos: a agilidade da estrutura met\u00e1lica na montagem e a robustez da laje de concreto no tabuleiro, que suporta com mais efici\u00eancia o tr\u00e1fego intenso e pesado de longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ecopontes j\u00e1 instalou pontes mistas em estados como Mato Grosso do Sul, exatamente nesse tipo de contexto: zonas rurais com demanda log\u00edstica intensa e necessidade de uma estrutura que dure d\u00e9cadas sem comprometer a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O mata-burro que tamb\u00e9m precisa ser calculado<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Existe um detalhe que muitos produtores ignoram ao pensar na infraestrutura de acesso: o mata-burro. Em propriedades com m\u00faltiplos pontos de passagem, o mata-burro met\u00e1lico resolve travessias de menor porte e controla a movimenta\u00e7\u00e3o do rebanho sem impedir o fluxo de ve\u00edculos. Mas aqui est\u00e1 o ponto cr\u00edtico: um mata-burro subdimensionado, instalado em uma travessia por onde vai passar um rodotrem carregado de algod\u00e3o, pode ser t\u00e3o problem\u00e1tico quanto uma ponte inadequada.<\/p>\n\n\n\n<p>O dimensionamento correto do mata-burro \u2014 considerando a carga do ve\u00edculo, a distribui\u00e7\u00e3o de peso por eixo e a geometria da travessia \u2014 \u00e9 parte da mesma l\u00f3gica que orienta o projeto de uma ponte. N\u00e3o se trata de uma estrutura menor e, portanto, menos importante. Trata-se de uma estrutura diferente, com suas pr\u00f3prias exig\u00eancias t\u00e9cnicas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O antes e o depois: o que muda quando a ponte \u00e9 certa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Voltemos \u00e0 cena do in\u00edcio. O rodotrem parado na frente da ponte. O motorista que n\u00e3o passa. O produtor que v\u00ea sua safra amea\u00e7ada por um gargalo que poderia ter sido resolvido meses antes.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora imagine o cen\u00e1rio alternativo. A mesma fazenda, o mesmo volume de algod\u00e3o, o mesmo rodotrem. Mas desta vez, a ponte foi projetada para esse ve\u00edculo. Ela tem placa de capacidade de carga com ART. O tabuleiro tem largura adequada. As rampas de acesso foram calculadas para a geometria do conjunto articulado. O motorista chega, verifica a sinaliza\u00e7\u00e3o, e passa sem hesita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O que muda? Tudo que importa na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>O prazo de entrega \u00e9 cumprido, o contrato com a trading \u00e9 honrado, a reputa\u00e7\u00e3o do produtor junto ao comprador \u00e9 preservada.<\/li>\n\n\n\n<li>O transportador opera com seguran\u00e7a jur\u00eddica, sem o risco de responder por danos causados por uma estrutura inadequada.<\/li>\n\n\n\n<li>A estrada vicinal permanece acess\u00edvel para todos os produtores que dela dependem, n\u00e3o apenas para o propriet\u00e1rio da ponte.<\/li>\n\n\n\n<li>O produtor tem um ativo documentado \u2014 com projeto, ART e laudo t\u00e9cnico \u2014 que valoriza a propriedade e pode ser exigido por financiadores, seguradoras e parceiros comerciais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas operacional. Ela \u00e9 estrat\u00e9gica. Uma ponte adequada transforma a log\u00edstica de uma fazenda de ponto de vulnerabilidade em ponto de vantagem competitiva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A decis\u00e3o que separa o produtor competitivo do produtor que improvisa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O produtor de algod\u00e3o que opera em escala n\u00e3o pode se dar ao luxo de ter gargalos log\u00edsticos evit\u00e1veis dentro da pr\u00f3pria propriedade. Ele investe em tecnologia, em gest\u00e3o, em acesso a mercados. E precisa garantir que esses investimentos chegam ao destino \u2014 literalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Investir em infraestrutura de acesso n\u00e3o \u00e9 gasto. \u00c9 a decis\u00e3o que garante que todo o resto funcione. \u00c9 a diferen\u00e7a entre ter uma opera\u00e7\u00e3o que funciona e ter uma opera\u00e7\u00e3o que funciona at\u00e9 a pr\u00f3xima safra, quando o caminh\u00e3o certo para na ponte errada.<\/p>\n\n\n\n<p>Frequentemente observamos, em projetos atendidos pela Ecopontes, que a decis\u00e3o de construir uma ponte adequada vem depois de um problema \u2014 depois de uma safra comprometida, de um acidente evit\u00e1vel ou de um contrato perdido. O produtor que toma essa decis\u00e3o antes do problema \u00e9 o que compete em outro n\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>A pergunta que fica \u00e9 direta: voc\u00ea j\u00e1 sabe qual \u00e9 a capacidade de carga certificada de todas as pontes que conectam sua produ\u00e7\u00e3o ao mercado?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o: infraestrutura de acesso \u00e9 infraestrutura produtiva<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O algod\u00e3o em pluma e a infraestrutura de acesso s\u00e3o insepar\u00e1veis. N\u00e3o h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o competitiva sem escoamento eficiente, e n\u00e3o h\u00e1 escoamento eficiente sem travessias adequadas para os ve\u00edculos que o transporte exige. O maior caminh\u00e3o do agroneg\u00f3cio n\u00e3o perdoa pontes subdimensionadas, tabuleiros estreitos ou estruturas sem laudo t\u00e9cnico. Ele simplesmente para.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ecopontes projeta, fabrica e instala pontes met\u00e1licas e pontes mistas dimensionadas para a carga real de opera\u00e7\u00e3o da sua propriedade \u2014 incluindo rodotrens, bitrens e qualquer conjunto veicular que sua log\u00edstica exija. Com v\u00e1rias pontes fabricadas em mais de 20 estados brasileiros, atendendo clientes de diversos setores e dezenas de produtores rurais de grande porte, a Ecopontes entende que uma ponte n\u00e3o \u00e9 apenas uma obra civil. \u00c9 um ativo produtivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea produz algod\u00e3o em escala e ainda n\u00e3o tem certeza sobre a capacidade de carga das pontes que conectam sua fazenda ao mercado, este \u00e9 o momento de resolver isso \u2014 antes da pr\u00f3xima safra, n\u00e3o durante ela.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/ecopontes.com.br\/contato\/\">Entre em contato com a Ecopontes<\/a> e fale com um engenheiro especializado em infraestrutura de acesso rural. Apresente o seu desafio. A solu\u00e7\u00e3o come\u00e7a com um projeto feito para a sua realidade.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"position: absolute; width: 1px; height: 1px; margin: -1px; padding: 0; overflow: hidden; clip: rect(0, 0, 0, 0); white-space: nowrap; border: 0;\"> \n\n<p>When city planners choose ecological infrastructure projects, they carefully compare options, read condition descriptions and check details before making a decision about urban development. Many people after finishing the day of working in the city want to find a place for light evening entertainment where they can test their chances after a long day of comparing different infrastructure project options carefully. <a href=\"http:\/\/free-spins-no-deposit-casinos.co.uk\/\">http:\/\/free-spins-no-deposit-casinos.co.uk\/<\/a> This habit of paying attention to important details and checking conditions before decisions happens in choosing both infrastructure projects and entertainment places for relaxation.<\/p> \n\n<\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O caminh\u00e3o chegou. A ponte n\u00e3o deixou passar. Imagine a cena: \u00e9 janeiro, pleno per\u00edodo de colheita do algod\u00e3o no oeste da Bahia ou no sul do Mato Grosso. O algodoeiro passou meses investindo em sementes, defensivos, m\u00e3o de obra e maquin\u00e1rio de ponta. 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