{"id":1790,"date":"2026-05-17T11:59:57","date_gmt":"2026-05-17T14:59:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/?p=1790"},"modified":"2026-05-17T11:59:57","modified_gmt":"2026-05-17T14:59:57","slug":"ponte-para-caminhao-cana-o-que-a-colheita-mecanizada-de-cana-exige-que-a-ponte-de-madeira-nunca-entrega","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/ponte-para-caminhao-cana-o-que-a-colheita-mecanizada-de-cana-exige-que-a-ponte-de-madeira-nunca-entrega\/","title":{"rendered":"Ponte para caminh\u00e3o-cana: o que a colheita mecanizada de cana exige que a ponte de madeira nunca entrega"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-1-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1791\" srcset=\"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-1-1024x683.png 1024w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-1-300x200.png 300w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-1-768x512.png 768w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/image-1.png 1536w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando a safra come\u00e7a, a ponte de madeira j\u00e1 est\u00e1 com os dias contados<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 abril. O canavial est\u00e1 maduro, a usina sinalizou o in\u00edcio do corte e os caminh\u00f5es come\u00e7am a rolar antes do amanhecer. Na porteira da fazenda, o operador para o treminh\u00e3o carregado, desce da cabine e olha para a travessia sobre o c\u00f3rrego. A madeira range. Uma das vigas laterais est\u00e1 visivelmente cedendo. Ele atravessa devagar, segurando o volante com as duas m\u00e3os, rezando para que o piso aguente mais uma viagem. Aguenta. Desta vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea trabalha com log\u00edstica de cana-de-a\u00e7\u00facar, gerencia uma propriedade no cerrado ou no interior paulista, ou \u00e9 respons\u00e1vel pelo escoamento de uma usina, voc\u00ea reconhece essa cena. N\u00e3o porque \u00e9 rara. Porque acontece toda safra, em dezenas de fazendas, com varia\u00e7\u00f5es m\u00ednimas no roteiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>ponte para caminh\u00e3o-cana<\/strong> \u00e9 um tema que parece menor quando se fala em safra. Fala-se de colhedoras, de rendimento por hectare, de qualidade do caldo, de negocia\u00e7\u00e3o com a usina. A travessia fica para depois. At\u00e9 que ela para tudo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que a colheita mecanizada faz com uma ponte de madeira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A colheita mecanizada de cana n\u00e3o \u00e9 um evento. \u00c9 uma sequ\u00eancia de impactos repetidos, dia ap\u00f3s dia, durante meses. Uma colhedora corta, um caminh\u00e3o carrega, outro j\u00e1 est\u00e1 esperando. O ritmo n\u00e3o para de segunda a domingo, n\u00e3o respeita chuva nem calor, n\u00e3o espera a madeira descansar entre uma passagem e outra.<\/p>\n\n\n\n<p>Treminh\u00f5es e rodotrens operam com cargas que chegam ao limite legal de carga por eixo estabelecido pela legisla\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito. Em estradas vicinais e acessos internos de fazenda, esse limite frequentemente \u00e9 ultrapassado pela necessidade operacional. A ponte de madeira que &#8220;sempre funcionou&#8221; para um caminh\u00e3o leve ou para o tr\u00e1fego espor\u00e1dico de implementos agr\u00edcolas est\u00e1 sendo submetida a uma realidade completamente diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>E o problema n\u00e3o est\u00e1 apenas no peso de uma \u00fanica passagem. Est\u00e1 na fadiga acumulada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A degrada\u00e7\u00e3o que voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea at\u00e9 ser tarde demais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Madeira \u00e9 material org\u00e2nico. Ela trabalha com a umidade, racha com o calor, apodrece em contato com o solo \u00famido e perde resist\u00eancia de forma silenciosa. N\u00e3o h\u00e1 alarme. N\u00e3o h\u00e1 sinal visual claro de que a viga principal perdeu trinta por cento da sua capacidade de carga. O produtor olha para a ponte todo dia e v\u00ea a mesma estrutura de sempre \u2014 at\u00e9 o dia em que ela n\u00e3o est\u00e1 mais l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Em regi\u00f5es de clima tropical \u00famido, que s\u00e3o exatamente as regi\u00f5es produtoras de cana no Brasil, esse processo \u00e9 acelerado. A altern\u00e2ncia entre per\u00edodos secos e chuvosos cria ciclos de expans\u00e3o e contra\u00e7\u00e3o na madeira. Os fungos prosperam no per\u00edodo \u00famido. Os cupins trabalham o ano inteiro. E o tr\u00e1fego pesado da safra aplica carga justamente quando a estrutura j\u00e1 est\u00e1 fragilizada pela entressafra.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia acumulada em centenas de projetos pela Ecopontes mostra um padr\u00e3o recorrente: o produtor percebe o problema da ponte de madeira durante a safra, quando j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 tempo para uma solu\u00e7\u00e3o adequada. A urg\u00eancia vira o principal inimigo de uma boa decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que est\u00e1 em jogo quando a ponte para<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma ponte interditada no meio da safra n\u00e3o \u00e9 um problema de infraestrutura. \u00c9 uma crise operacional com consequ\u00eancias diretas na receita.<\/p>\n\n\n\n<p>Caminh\u00f5es que n\u00e3o cruzam a travessia n\u00e3o chegam ao p\u00e1tio da usina. Cana cortada que n\u00e3o \u00e9 transportada em poucas horas come\u00e7a a perder qualidade \u2014 o teor de sacarose cai, o que afeta diretamente o valor do produto entregue. Colhedoras que param por falta de log\u00edstica de escoamento geram custo de hora parada que nenhum or\u00e7amento de safra absorve bem. E contratos com usinas t\u00eam janelas de entrega \u2014 atraso tem consequ\u00eancia financeira.<\/p>\n\n\n\n<p>O desvio de rota \u00e9 outra armadilha. Quando a ponte principal \u00e9 interditada, caminh\u00f5es buscam caminhos alternativos. Esses caminhos s\u00e3o mais longos, mais prec\u00e1rios, e frequentemente passam por outras pontes de madeira com as mesmas fragilidades. O problema se desloca, n\u00e3o se resolve.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ainda a quest\u00e3o da responsabilidade civil. Uma ponte de madeira constru\u00edda empiricamente, sem projeto de engenharia, sem ART ou RRT, sem laudo de capacidade de carga, n\u00e3o tem responsabilidade t\u00e9cnica formal. Em caso de acidente com tombamento de caminh\u00e3o, o propriet\u00e1rio da terra pode responder juridicamente pelo sinistro. Isso n\u00e3o \u00e9 especula\u00e7\u00e3o \u2014 \u00e9 o que a aus\u00eancia de documenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica representa perante o C\u00f3digo Civil e a legisla\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por que consertar a ponte de madeira n\u00e3o resolve o problema<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o mais comum quando a ponte de madeira come\u00e7a a apresentar problemas \u00e9 a reforma. Troca-se uma viga, refor\u00e7a-se o piso, coloca-se mais madeira sobre a madeira que j\u00e1 estava fraca. \u00c9 r\u00e1pido, \u00e9 barato no curto prazo, e d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de problema resolvido.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas cada reforma em uma ponte de madeira \u00e9 uma nova inc\u00f3gnita sobre a capacidade de carga real da estrutura. Pe\u00e7as novas apoiadas em estrutura antiga criam pontos de tens\u00e3o desiguais. A resist\u00eancia do conjunto n\u00e3o \u00e9 a soma das partes \u2014 \u00e9 limitada pelo elo mais fraco, que frequentemente \u00e9 o que voc\u00ea n\u00e3o trocou porque parecia bom.<\/p>\n\n\n\n<p>E o ciclo recome\u00e7a. Reforma na entressafra, tr\u00e1fego pesado na safra, nova degrada\u00e7\u00e3o, nova reforma. O custo acumulado de manuten\u00e7\u00e3o de uma ponte de madeira ao longo de dez anos, somado ao custo das paradas operacionais que ela causa, frequentemente supera o investimento em uma estrutura met\u00e1lica definitiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso sem contar o que n\u00e3o tem pre\u00e7o: a certeza de que a travessia vai estar operacional no primeiro dia de safra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que a colheita mecanizada realmente exige de uma travessia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Antes de falar em solu\u00e7\u00e3o, vale entender o que um caminh\u00e3o-cana em opera\u00e7\u00e3o real imp\u00f5e a uma ponte. N\u00e3o de forma abstrata, mas em termos concretos de engenharia.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma estrutura de travessia para esse uso precisa atender a requisitos que v\u00e3o muito al\u00e9m do peso est\u00e1tico do ve\u00edculo carregado.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><strong>Carga de projeto certificada:<\/strong> a ponte precisa ter capacidade de carga definida em projeto de engenharia, com ART emitida por profissional habilitado. N\u00e3o uma estimativa, n\u00e3o uma tradi\u00e7\u00e3o construtiva local \u2014 um c\u00e1lculo estrutural formal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Resist\u00eancia \u00e0 fadiga:<\/strong> dezenas de travessias di\u00e1rias durante meses exigem que o material estrutural suporte carregamento c\u00edclico sem perda progressiva de resist\u00eancia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estabilidade em condi\u00e7\u00f5es adversas:<\/strong> chuva, lama, sobrecarga eventual \u2014 a estrutura precisa manter seu desempenho mesmo quando as condi\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00e3o saem do padr\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Manuten\u00e7\u00e3o previs\u00edvel e program\u00e1vel:<\/strong> o produtor precisa saber com anteced\u00eancia o que precisa ser feito e quando, n\u00e3o reagir a emerg\u00eancias.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Instala\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com o calend\u00e1rio agr\u00edcola:<\/strong> uma solu\u00e7\u00e3o que leva meses para ser instalada pode ser invi\u00e1vel se a janela entre entressafra e in\u00edcio do corte \u00e9 curta.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A ponte de madeira n\u00e3o atende nenhum desses requisitos de forma consistente. N\u00e3o porque madeira seja um material ruim em todos os contextos, mas porque ela \u00e9 estruturalmente incompat\u00edvel com a demanda espec\u00edfica da colheita mecanizada de cana em escala.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A virada: o que uma ponte met\u00e1lica muda nessa equa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A l\u00f3gica da ponte met\u00e1lica para esse contexto n\u00e3o \u00e9 de sofistica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. \u00c9 de adequa\u00e7\u00e3o ao problema real.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma ponte met\u00e1lica projetada para o v\u00e3o espec\u00edfico do curso d&#8217;\u00e1gua, com carga de projeto dimensionada para os ve\u00edculos que v\u00e3o utiliz\u00e1-la, entrega algo que a ponte de madeira nunca consegue entregar: previsibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O produtor sabe o que a estrutura suporta. O engenheiro da usina sabe que o acesso est\u00e1 certificado. O motorista do treminh\u00e3o sabe que pode cruzar sem segurar o volante com as duas m\u00e3os e rezar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Instala\u00e7\u00e3o r\u00e1pida: o diferencial que o calend\u00e1rio da safra exige<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Um dos argumentos mais fortes contra a troca da ponte de madeira por uma estrutura definitiva sempre foi o prazo de obra. &#8220;N\u00e3o d\u00e1 tempo antes da safra.&#8221; Esse argumento fazia sentido quando a alternativa era uma obra de concreto convencional com formas, arma\u00e7\u00e3o, concretagem e cura \u2014 semanas de canteiro, equipamentos pesados, depend\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes met\u00e1licas pr\u00e9-fabricadas mudam esse c\u00e1lculo. Estruturas como as linhas ECOALLSTEEL e ECOMIX da Ecopontes s\u00e3o fabricadas em ambiente controlado e chegam \u00e0 propriedade prontas para montagem. Em muitos projetos, a instala\u00e7\u00e3o \u00e9 conclu\u00edda em dias \u2014 sem obra civil pesada no local, sem formas, sem espera de cura de concreto.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso significa que a janela da entressafra, que parecia curta demais para uma solu\u00e7\u00e3o definitiva, \u00e9 suficiente para uma ponte met\u00e1lica bem planejada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>ECOMIX e ECOALLSTEEL: solu\u00e7\u00f5es para demandas diferentes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existe uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica para todos os v\u00e3os e todas as cargas. A Ecopontes projeta cada estrutura para o contexto espec\u00edfico da propriedade.<\/p>\n\n\n\n<p>O modelo <strong>ECOALLSTEEL<\/strong>, 100% em a\u00e7o, \u00e9 a escolha direta para travessias que exigem velocidade de instala\u00e7\u00e3o m\u00e1xima e alta capacidade de carga. A estrutura inteiramente met\u00e1lica elimina etapas de obra civil e permite que a ponte esteja operacional em poucos dias ap\u00f3s a chegada dos m\u00f3dulos \u00e0 propriedade.<\/p>\n\n\n\n<p>O modelo <strong>ECOMIX<\/strong>, misto de a\u00e7o e concreto, combina a leveza e a velocidade da estrutura met\u00e1lica com a rigidez do tabuleiro em concreto. \u00c9 a escolha para v\u00e3os maiores ou para situa\u00e7\u00f5es em que o volume de tr\u00e1fego \u00e9 muito intenso e a durabilidade do piso \u00e9 priorit\u00e1ria. O concreto \u00e9 aplicado sobre a estrutura met\u00e1lica j\u00e1 montada, o que mant\u00e9m o prazo de instala\u00e7\u00e3o muito abaixo de uma obra convencional.<\/p>\n\n\n\n<p>Em propriedades com c\u00f3rregos internos que dividem talh\u00f5es, as <strong>passarelas met\u00e1licas<\/strong> da Ecopontes resolvem o acesso de operadores e t\u00e9cnicos sem a necessidade de estruturas dimensionadas para carga pesada \u2014 solu\u00e7\u00e3o correta para o uso correto.<\/p>\n\n\n\n<p>E nos acessos internos da fazenda, os <strong>mata-burros<\/strong> complementam o sistema de travessia ao permitir o controle de acesso de gado sem interromper o fluxo de m\u00e1quinas e caminh\u00f5es \u2014 detalhe que quem opera fazenda mista sabe que faz diferen\u00e7a no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O depois: o que muda na opera\u00e7\u00e3o quando a travessia est\u00e1 certa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Imagine o mesmo cen\u00e1rio do in\u00edcio. \u00c9 abril. A safra come\u00e7a. Os caminh\u00f5es saem antes do amanhecer. O operador chega \u00e0 travessia.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta vez, ele n\u00e3o para para avaliar a estrutura. Ele n\u00e3o desce da cabine. Ele n\u00e3o segura o volante com as duas m\u00e3os. Ele passa.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 o resultado de uma ponte met\u00e1lica bem projetada: ela some do radar operacional. Deixa de ser um ponto de aten\u00e7\u00e3o e se torna parte invis\u00edvel da cadeia log\u00edstica \u2014 exatamente o que uma boa infraestrutura deve ser.<\/p>\n\n\n\n<p>O ritmo da colheita se mant\u00e9m. A cana chega \u00e0 usina dentro da janela de qualidade. Os contratos s\u00e3o cumpridos. O gestor de opera\u00e7\u00f5es n\u00e3o precisa incluir &#8220;verificar condi\u00e7\u00e3o da ponte&#8221; na lista de checagem di\u00e1ria da safra.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ainda impactos que v\u00e3o al\u00e9m da opera\u00e7\u00e3o imediata. Infraestrutura certificada agrega valor \u00e0 propriedade rural. Uma fazenda com travessias documentadas, com ART emitida, com estruturas que constam no invent\u00e1rio de ativos, tem melhor posi\u00e7\u00e3o em processos de financiamento, em negocia\u00e7\u00f5es de arrendamento e em avalia\u00e7\u00f5es para cr\u00e9dito rural. O que parecia custo de infraestrutura se revela tamb\u00e9m investimento em patrim\u00f4nio.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia da Ecopontes em diversas pontes fabricadas, com presen\u00e7a em mais de 20 estados e clientes exigentes de diversos setores, mostra que esse padr\u00e3o se repete: o produtor que resolve a travessia de forma definitiva n\u00e3o volta ao tema. A ponte met\u00e1lica sai da lista de problemas e nunca mais entra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A li\u00e7\u00e3o que a safra ensina todo ano \u2014 para quem quer aprender<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Existe um momento espec\u00edfico em que o produtor rural decide trocar a ponte de madeira por uma estrutura definitiva. Esse momento quase sempre acontece durante a safra, quando a crise j\u00e1 est\u00e1 instalada, quando o caminh\u00e3o j\u00e1 tombou ou a interdi\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi decretada, quando a press\u00e3o da usina j\u00e1 est\u00e1 sobre a mesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 o pior momento para tomar essa decis\u00e3o. A urg\u00eancia eleva custos, comprime prazos e reduz as op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. A solu\u00e7\u00e3o que seria boa se planejada na entressafra se torna cara e incompleta quando executada \u00e0s pressas no meio do corte.<\/p>\n\n\n\n<p>A pergunta que vale fazer agora, antes da pr\u00f3xima safra, \u00e9 simples: qual \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o real da sua travessia? Ela tem projeto de engenharia? Tem ART? Tem capacidade de carga documentada e compat\u00edvel com os ve\u00edculos que a utilizam?<\/p>\n\n\n\n<p>Se a resposta a qualquer uma dessas perguntas for negativa ou incerta, o problema n\u00e3o est\u00e1 resolvido. Est\u00e1 adiado.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes de madeira n\u00e3o falham de surpresa. Elas falham de forma previs\u00edvel, no momento de maior press\u00e3o operacional, depois de um longo processo de degrada\u00e7\u00e3o que o produtor preferiu n\u00e3o ver. A colheita mecanizada de cana n\u00e3o perdoa infraestrutura subdimensionada \u2014 e a pr\u00f3xima safra vai chegar com a mesma certeza de sempre.A Ecopontes projeta, fabrica e instala pontes met\u00e1licas e mistas para o agroneg\u00f3cio, com capacidade de carga certificada e instala\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com o calend\u00e1rio da safra. Se voc\u00ea quer avaliar a situa\u00e7\u00e3o da travessia na sua propriedade ou opera\u00e7\u00e3o antes que ela vire problema, <a href=\"https:\/\/www.ecopontes.com.br\">entre em contato com a equipe t\u00e9cnica da Ecopontes<\/a> e solicite uma consultoria. A conversa certa antes da safra custa muito menos do que a crise durante ela.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando a safra come\u00e7a, a ponte de madeira j\u00e1 est\u00e1 com os dias contados \u00c9 abril. O canavial est\u00e1 maduro, a usina sinalizou o in\u00edcio do corte e os caminh\u00f5es come\u00e7am a rolar antes do amanhecer. 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