{"id":1610,"date":"2026-03-08T12:05:00","date_gmt":"2026-03-08T15:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/?p=1610"},"modified":"2026-03-08T12:05:00","modified_gmt":"2026-03-08T15:05:00","slug":"por-que-a-klabin-escolheu-uma-ponte-de-100-metros-em-aco-e-concreto-para-conectar-suas-operacoes-no-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/por-que-a-klabin-escolheu-uma-ponte-de-100-metros-em-aco-e-concreto-para-conectar-suas-operacoes-no-parana\/","title":{"rendered":"Por que a Klabin escolheu uma ponte de 100 metros em a\u00e7o e concreto para conectar suas opera\u00e7\u00f5es no Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"584\" src=\"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214-1024x584.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1611\" srcset=\"https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214-1024x584.png 1024w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214-300x171.png 300w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214-768x438.png 768w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214-1536x876.png 1536w, https:\/\/www.ecopontes.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/freepik__as-imagens-img1-e-img2-so-duas-vistas-de-uma-mesma__73214.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando uma empresa florestal investe R$ 20 milh\u00f5es em uma ponte que o poder p\u00fablico n\u00e3o construiu<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Imagine a seguinte situa\u00e7\u00e3o: voc\u00ea comanda as opera\u00e7\u00f5es florestais de uma das maiores produtoras de papel e celulose do pa\u00eds. Suas planta\u00e7\u00f5es se espalham por dezenas de milhares de hectares no interior do Paran\u00e1. A madeira precisa chegar \u00e0 f\u00e1brica todos os dias, sem falhas, porque cada hora de linha parada custa caro. Muito caro.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora imagine que a \u00fanica rota vi\u00e1vel para escoar parte significativa dessa produ\u00e7\u00e3o depende de uma estrada vicinal prec\u00e1ria e de uma travessia sobre o Rio do Peixe que simplesmente n\u00e3o existe de forma adequada. Caminh\u00f5es pesados atolam na \u00e9poca das chuvas. Desvios adicionam quil\u00f4metros e horas ao trajeto. A log\u00edstica vira um quebra-cabe\u00e7a di\u00e1rio, e os custos operacionais disparam.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi exatamente esse o cen\u00e1rio que levou a Klabin a tomar uma decis\u00e3o rara no Brasil: investir com recursos pr\u00f3prios na constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura p\u00fablica. <strong>Por que a Klabin escolheu uma ponte de 100 metros em a\u00e7o e concreto para conectar suas opera\u00e7\u00f5es no Paran\u00e1?<\/strong> A resposta vai muito al\u00e9m da engenharia \u2014 ela revela como a aus\u00eancia de infraestrutura adequada for\u00e7a empresas a assumirem pap\u00e9is que deveriam ser do Estado, e como a escolha t\u00e9cnica correta pode transformar gargalos em vantagens competitivas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O gargalo invis\u00edvel que custava milh\u00f5es por ano<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o de Reserva, no centro-sul do Paran\u00e1, concentra parte estrat\u00e9gica das opera\u00e7\u00f5es florestais da Klabin. S\u00e3o \u00e1reas de plantio, manejo e colheita que abastecem as unidades industriais do grupo. Mas at\u00e9 2017, essa riqueza florestal estava parcialmente isolada por um problema cr\u00f4nico: falta de infraestrutura vi\u00e1ria adequada.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrada vicinal que conecta essas \u00e1reas \u00e0 rodovia PR-160 \u2014 principal corredor de escoamento \u2014 estava em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias. Pior ainda: a travessia do Rio do Peixe, ponto cr\u00edtico dessa rota, n\u00e3o contava com uma estrutura dimensionada para o tr\u00e1fego de ve\u00edculos pesados florestais. Caminh\u00f5es carregados com at\u00e9 45 toneladas de madeira precisavam buscar alternativas ou arriscar passagens improvisadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de situa\u00e7\u00e3o \u00e9 familiar para quem opera no agroneg\u00f3cio, na minera\u00e7\u00e3o ou no setor florestal brasileiro. Estradas vicinais que n\u00e3o recebem manuten\u00e7\u00e3o h\u00e1 anos. Pontes subdimensionadas ou inexistentes. Trechos que se tornam intransit\u00e1veis por meses. E a conta sempre cai no colo de quem precisa produzir e escoar.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a Klabin, cada desvio representava quil\u00f4metros extras de combust\u00edvel, horas adicionais de motorista, desgaste acelerado da frota e risco de atrasos na entrega de mat\u00e9ria-prima. Multiplique isso por dezenas de viagens di\u00e1rias, durante meses, e o impacto financeiro se torna insustent\u00e1vel. Mas havia outro custo, menos vis\u00edvel e igualmente grave: a depend\u00eancia de rotas alternativas fr\u00e1geis limitava a flexibilidade operacional e criava vulnerabilidade em per\u00edodos cr\u00edticos de safra florestal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando esperar deixa de ser op\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Empresas que dependem de log\u00edstica intensiva sabem que infraestrutura n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de conforto \u2014 \u00e9 fator de sobreviv\u00eancia competitiva. No setor florestal, onde margens s\u00e3o apertadas e a escala \u00e9 determinante, cada ponto percentual de efici\u00eancia log\u00edstica pode significar a diferen\u00e7a entre lucro e preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>A Klabin poderia ter esperado que o poder p\u00fablico resolvesse o problema. Poderia ter pressionado por investimentos estaduais ou municipais. Poderia ter aceitado os custos crescentes como &#8220;parte do jogo&#8221; de operar no interior do Brasil. Mas a empresa fez uma conta diferente: quanto custa resolver o problema de uma vez, com recursos pr\u00f3prios, versus quanto custa conviver com ele indefinidamente?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta levou a uma decis\u00e3o incomum: investir mais de R$ 20 milh\u00f5es em infraestrutura que, tecnicamente, seria responsabilidade do Estado. O projeto inclu\u00eda a pavimenta\u00e7\u00e3o de cerca de 6 km de estrada vicinal, alargamentos, melhorias de tra\u00e7ado e, como pe\u00e7a central, a constru\u00e7\u00e3o de uma ponte de 100 metros sobre o Rio do Peixe.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas por que especificamente uma ponte de 100 metros? E por que a escolha por uma estrutura mista em a\u00e7o e concreto, e n\u00e3o outras alternativas?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A\u00e7o e concreto: a engenharia por tr\u00e1s da decis\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Construir uma ponte de 100 metros sobre um rio em regi\u00e3o de opera\u00e7\u00e3o florestal n\u00e3o \u00e9 tarefa trivial. A estrutura precisa suportar cargas pesadas e repetidas \u2014 caminh\u00f5es florestais totalmente carregados, muitas vezes operando em comboio. Precisa resistir a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas severas, com varia\u00e7\u00f5es de temperatura, umidade elevada e per\u00edodos de chuvas intensas. E, idealmente, precisa ser constru\u00edda rapidamente, porque cada m\u00eas de obra \u00e9 um m\u00eas de rotas alternativas e custos extras.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes de concreto armado convencional, embora amplamente conhecidas, trazem desafios importantes nesse contexto. O tempo de execu\u00e7\u00e3o \u00e9 longo \u2014 funda\u00e7\u00f5es, formas, concretagem, cura, desforma, tudo isso soma meses. A log\u00edstica de canteiro em \u00e1rea rural \u00e9 complexa: betoneiras, fornecimento cont\u00ednuo de concreto, m\u00e3o de obra especializada por per\u00edodos prolongados. E qualquer imprevisto clim\u00e1tico pode atrasar ainda mais a obra, especialmente em regi\u00f5es com regime de chuvas intenso.<\/p>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o escolhida pela Klabin foi uma ponte mista, combinando estrutura met\u00e1lica em a\u00e7o com tabuleiro em concreto \u2014 exatamente o conceito das pontes ECOMIX que a Ecopontes desenvolve h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Essa escolha t\u00e9cnica n\u00e3o foi acidental.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Velocidade de execu\u00e7\u00e3o em contexto operacional<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Pontes met\u00e1licas e mistas t\u00eam uma vantagem decisiva em projetos onde o tempo \u00e9 cr\u00edtico: grande parte da estrutura \u00e9 fabricada fora do canteiro, em ambiente industrial controlado. Enquanto as funda\u00e7\u00f5es e infraestruturas s\u00e3o executadas no local, as vigas, longarinas e demais componentes met\u00e1licos s\u00e3o fabricados simultaneamente em f\u00e1brica, com precis\u00e3o milim\u00e9trica e controle de qualidade rigoroso.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a infraestrutura est\u00e1 pronta, a montagem da superestrutura met\u00e1lica acontece em quest\u00e3o de dias ou poucas semanas \u2014 n\u00e3o meses. Para uma empresa que estava perdendo dinheiro a cada dia de desvio log\u00edstico, essa agilidade tinha valor mensur\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Capacidade de carga e durabilidade<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Caminh\u00f5es florestais carregados imp\u00f5em solicita\u00e7\u00f5es intensas sobre qualquer estrutura. A combina\u00e7\u00e3o de a\u00e7o estrutural nas vigas principais com tabuleiro de concreto cria uma solu\u00e7\u00e3o h\u00edbrida eficiente: o a\u00e7o trabalha bem \u00e0 tra\u00e7\u00e3o e permite vencer grandes v\u00e3os com se\u00e7\u00f5es relativamente esbeltas; o concreto do tabuleiro distribui as cargas e oferece rigidez ao conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa configura\u00e7\u00e3o mista \u00e9 especialmente adequada para pontes de m\u00e9dio e grande porte \u2014 como os 100 metros da estrutura sobre o Rio do Peixe \u2014 onde v\u00e3os livres maiores s\u00e3o necess\u00e1rios para vencer cursos d&#8217;\u00e1gua sem multiplicar pilares intermedi\u00e1rios. Menos pilares significa menos interfer\u00eancia no leito do rio, menos risco em per\u00edodos de cheia e menor custo de funda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manuten\u00e7\u00e3o e vida \u00fatil em ambiente agressivo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Estruturas met\u00e1licas modernas, quando adequadamente protegidas com sistemas de pintura ou galvaniza\u00e7\u00e3o, oferecem vida \u00fatil superior a 50 anos com manuten\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica simples. Em ambientes florestais, onde a umidade \u00e9 constante e a vegeta\u00e7\u00e3o circundante pode acelerar processos de degrada\u00e7\u00e3o, a escolha de materiais e revestimentos adequados \u00e9 fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes mistas bem projetadas concentram a necessidade de manuten\u00e7\u00e3o em inspe\u00e7\u00f5es visuais peri\u00f3dicas e eventuais retoques de pintura \u2014 procedimentos muito mais simples e baratos do que reparos estruturais em pontes de concreto fissuradas ou com problemas de armadura exposta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O resultado: de gargalo a corredor estrat\u00e9gico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A ponte de 100 metros sobre o Rio do Peixe foi conclu\u00edda e entrou em opera\u00e7\u00e3o como parte do pacote de melhorias vi\u00e1rias financiado pela Klabin na regi\u00e3o de Reserva. O investimento total de mais de R$ 20 milh\u00f5es transformou radicalmente a log\u00edstica florestal da empresa naquela \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Rotas que antes exigiam desvios longos e arriscados passaram a fluir de forma direta e segura. Caminh\u00f5es que antes precisavam reduzir carga ou aguardar condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis agora trafegam com capacidade plena, em qualquer \u00e9poca do ano. O tempo m\u00e9dio de viagem entre as \u00e1reas de colheita e os pontos de consolida\u00e7\u00e3o caiu significativamente, reduzindo custos com combust\u00edvel, ped\u00e1gios e horas de motorista.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o impacto foi al\u00e9m da opera\u00e7\u00e3o da Klabin. A infraestrutura constru\u00edda com recursos privados beneficia toda a comunidade local \u2014 produtores rurais, moradores, transporte escolar, ve\u00edculos de emerg\u00eancia. A ponte e a estrada melhorada tornaram-se bens p\u00fablicos de uso coletivo, mesmo tendo sido financiadas por interesse particular.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A parceria estrat\u00e9gica com o poder p\u00fablico<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia da Klabin em Reserva n\u00e3o passou despercebida pelo governo estadual. Nos anos seguintes, a empresa firmou parcerias com o Departamento de Estradas de Rodagem do Paran\u00e1 (DER\/PR) para viabilizar outras melhorias na regi\u00e3o, incluindo a pavimenta\u00e7\u00e3o e duplica\u00e7\u00e3o de trechos da PR-160 entre Tel\u00eamaco Borba e Imba\u00fa, e a conclus\u00e3o da pavimenta\u00e7\u00e3o do trecho Imba\u00fa-Reserva.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, a Klabin doou ao DER\/PR o projeto executivo completo para essas obras, avaliado em milh\u00f5es de reais. Esse tipo de parceria p\u00fablico-privada, embora ainda raro no Brasil, demonstra como empresas com interesse estrat\u00e9gico em infraestrutura podem acelerar investimentos que beneficiam regi\u00f5es inteiras.<\/p>\n\n\n\n<p>O DER\/PR posteriormente lan\u00e7ou licita\u00e7\u00f5es para concluir a pavimenta\u00e7\u00e3o de 28,36 km entre Imba\u00fa e Reserva, incluindo acessos a estradas rurais, faixas adicionais e a conclus\u00e3o de outra ponte sobre o Rio S\u00e3o Pedro. O investimento homologado foi de R$ 187 milh\u00f5es \u2014 valor que demonstra a escala dos desafios de infraestrutura na regi\u00e3o e a import\u00e2ncia do investimento inicial da Klabin para destravar o processo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A li\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para quem depende de log\u00edstica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O case da Klabin em Reserva oferece li\u00e7\u00f5es valiosas para qualquer empresa ou entidade que enfrenta gargalos de infraestrutura:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primeiro:<\/strong> infraestrutura inadequada tem custo mensur\u00e1vel e crescente. Esperar que &#8220;algu\u00e9m resolva&#8221; pode ser mais caro do que agir.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo:<\/strong> a escolha da solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica importa tanto quanto a decis\u00e3o de investir. Uma ponte de 100 metros em estrutura mista permitiu execu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, alta capacidade de carga e baixa manuten\u00e7\u00e3o \u2014 exatamente o que a opera\u00e7\u00e3o exigia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Terceiro:<\/strong> investimentos em infraestrutura podem gerar externalidades positivas que fortalecem a rela\u00e7\u00e3o com comunidades e poder p\u00fablico, abrindo caminho para parcerias estrat\u00e9gicas futuras.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando a ponte certa resolve mais do que travessia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia acumulada pela Ecopontes em centenas de projetos de pontes met\u00e1licas e mistas, atendendo clientes de diversos setores e dezenas de prefeituras em mais de 20 estados, revela um padr\u00e3o: empresas e \u00f3rg\u00e3os que escolhem solu\u00e7\u00f5es em a\u00e7o e mistas n\u00e3o est\u00e3o apenas resolvendo um problema de travessia \u2014 est\u00e3o otimizando tempo, custo e risco operacional.<\/p>\n\n\n\n<p>No setor florestal, onde a Klabin atua, assim como na minera\u00e7\u00e3o, no agroneg\u00f3cio e na log\u00edstica de grandes propriedades rurais, a capacidade de construir ou recuperar rapidamente uma ponte pode significar manter safras no prazo, evitar multas contratuais ou simplesmente garantir que a opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o pare.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes ECOMIX, ECOALLSTEEL e outros modelos desenvolvidos pela Ecopontes compartilham caracter\u00edsticas que fizeram sentido para a Klabin: fabrica\u00e7\u00e3o industrial controlada, montagem r\u00e1pida em campo, alta capacidade de carga, durabilidade comprovada e flexibilidade de projeto para se adaptar a condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de cada local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que voc\u00ea faria se a ponte que falta fosse sua responsabilidade?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o da Klabin de investir R$ 20 milh\u00f5es em uma ponte e em melhorias vi\u00e1rias n\u00e3o foi altru\u00edsmo \u2014 foi estrat\u00e9gia. A empresa calculou que resolver o gargalo log\u00edstico com recursos pr\u00f3prios era mais vantajoso do que conviver com ele indefinidamente. E escolheu uma solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que entregava velocidade, capacidade e durabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Se sua opera\u00e7\u00e3o enfrenta desafios semelhantes \u2014 estradas vicinais inadequadas, pontes subdimensionadas, travessias que limitam o escoamento da produ\u00e7\u00e3o \u2014 vale perguntar: quanto esse gargalo est\u00e1 custando por m\u00eas? Por ano? E quanto custaria resolv\u00ea-lo de forma definitiva, com a solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica adequada?<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes, a resposta surpreende. Especialmente quando a solu\u00e7\u00e3o escolhida combina engenharia eficiente, execu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e custo-benef\u00edcio superior \u2014 exatamente o que pontes met\u00e1licas e mistas bem projetadas oferecem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o: infraestrutura como decis\u00e3o estrat\u00e9gica, n\u00e3o apenas t\u00e9cnica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A ponte de 100 metros que a Klabin construiu sobre o Rio do Peixe em Reserva \u00e9 mais do que uma estrutura de a\u00e7o e concreto. Ela representa uma mudan\u00e7a de mentalidade: infraestrutura pode e deve ser tratada como investimento estrat\u00e9gico, n\u00e3o como custo inevit\u00e1vel ou responsabilidade exclusiva do poder p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha por uma ponte mista \u2014 combinando a efici\u00eancia estrutural do a\u00e7o com a rigidez e distribui\u00e7\u00e3o de cargas do concreto \u2014 permitiu execu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, alta capacidade de carga e baixa necessidade de manuten\u00e7\u00e3o. Esses tr\u00eas fatores s\u00e3o decisivos em opera\u00e7\u00f5es que n\u00e3o podem parar, onde cada dia de atraso tem pre\u00e7o e onde a confiabilidade da infraestrutura \u00e9 t\u00e3o importante quanto a qualidade da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para empresas do setor florestal, minera\u00e7\u00e3o, agroneg\u00f3cio ou qualquer atividade que dependa de log\u00edstica intensiva em \u00e1reas rurais, a li\u00e7\u00e3o \u00e9 clara: pontes met\u00e1licas e mistas n\u00e3o s\u00e3o apenas alternativas t\u00e9cnicas \u2014 s\u00e3o ferramentas estrat\u00e9gicas para destravar opera\u00e7\u00f5es, reduzir custos e garantir previsibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ecopontes projeta, fabrica e instala pontes met\u00e1licas, pontes mistas, passarelas e estruturas de acesso h\u00e1 mais de 15 anos, com presen\u00e7a consolidada em mais de 20 estados e portf\u00f3lio que inclui clientes recorrentes nos setores florestal, minera\u00e7\u00e3o, agroneg\u00f3cio e infraestrutura p\u00fablica. Se sua opera\u00e7\u00e3o enfrenta gargalos semelhantes aos que a Klabin resolveu em Reserva, entre em contato. Vamos calcular juntos quanto custa o problema \u2014 e quanto custa resolv\u00ea-lo de forma definitiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fale com os especialistas da Ecopontes e descubra como uma ponte met\u00e1lica ou mista pode transformar seu gargalo log\u00edstico em corredor estrat\u00e9gico.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando uma empresa florestal investe R$ 20 milh\u00f5es em uma ponte que o poder p\u00fablico n\u00e3o construiu Imagine a seguinte situa\u00e7\u00e3o: voc\u00ea comanda as opera\u00e7\u00f5es florestais de uma das maiores produtoras de papel e celulose do pa\u00eds. Suas planta\u00e7\u00f5es se espalham por dezenas de milhares de hectares no interior do Paran\u00e1. 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